Moradores recebem a iniciativa do vereador Marlus Costa, e já percebem resultados significativos em uma semana, após a conclusão das ações.

Repórter: Sabbahana Cavalcanti – Assessoria Marlus Costa

Os transtornos causados pelos alagamentos por conta das fortes chuvas é algo que normalmente tirava o sono dos moradores do Residencial Praia Grande. Foram anos a procura de uma solução para esse problema que se arrastava para dentro do condomínio, prejudicando a rotina de vida e de trabalho de quem mora neste lugar, principalmente no inverno. O condomínio residencial localizado na rua Professor Sílvio Rabelo, também conhecida como a “rua do Catamarã”, no bairro de Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, sofria com os resíduos provenientes das residências que vinha sendo acumulados, sem nenhuma limpeza regular. Esse acúmulo causou um congestionamento nas galerias pluviais, o que automaticamente provocou o retorno do esgoto nos condomínios.

Vereador Marlus Costa em meio as águas de alagamentos do Praia Grande

Através de pedido dos moradores, a equipe do vereador Marlus Costa em parceria com os condôminos realizou a revitalização e limpeza do sistema de drenagem das ruas professor Sílvio Rabelo, Arenópolis e Santa Lúcia. Os serviços duraram cerca de 6 dias. A iniciativa faz parte do projeto Mãos Que Fazem o Bem, formatada pelo parlamentar desde o início de seu mandato, e tem assistido várias comunidades, sem distinção de classe social, buscando levar as pessoas uma melhor qualidade de vida através dessas obras e serviços comunitários.

Marlus em uma das ruas do condomínio com a síndica e um agente da sua equipe

Morador há 15 anos do Praia Grande, o senhor Eduardo Carvalho (mais conhecido como “Seu Dudu”), fez questão de relatar como era a sua rotina de dificuldades enfrentadas no condomínio, principalmente para sair de casa. “Imagina você acordar 5h da manhã, olhar lá pra baixo e vê tudo alagado. Aí você tem que sair com o sapato dentro de um saco, a calça arregaçada, para entrar no estacionamento fedendo, uma catinga terrível de esgoto. Os esgotos dos prédios estavam sendo jogado aqui dentro, nas galerias. Eu saia do carro, vinha pra torneirinha lavar os pés. No meu carro, eu já colocava o detergente e esponja, na minha mala. Isso tudo pra lavar os pés e ir trabalhar. Um inferno!”, explicou Seu Dudu, também taxista.

ALAGAMENTOS NÃO SÃO RECENTES

Essa problemática do Praia Grande/Enseada não é de agora. O condomínio que possui mais de 20 anos, começou a apresentar esses entupimentos há aproximadamente cinco anos atrás, segundo seu Dudu. “Entre 2008 e 2010, Elias Gomes (ex-prefeito sucedido pelo atual Anderson Ferreira), fez uma requalificação aqui. Levantou a rua, calçou e todo mundo ficou batendo palma. Aquela coisa linda e maravilhosa. Até então, eu não me lembro de ter esses alagamentos antes dessa obra na gestão de Elias. Lembro que a rua era baixinha do nível do condomínio. Não tinha muito morador e aí chovia e escoava naturalmente”, contou.

Segundo ainda o morador, no período da realização desta antiga obra, ele percebeu irregularidades na forma como estavam sendo realizadas. “Eu conheci o engenheiro na época. Disse que na minha opinião, as galerias estavam muito rasas e estreitas. Até sugeri ao “cidadão” que deveria ter pelo menos 1 metro de profundidade. Ele me perguntou se eu era engenheiro, com aquela forma sarcástica e talvez até de humilhação. Eu respondi que não era burro e que se aquilo ficasse daquele jeito, com o passar dos anos, viraria um “pandemônio”. Parece que eu estava fazendo uma premonição”, apontou.

A verdade é que Seu Dudu estava certo, infelizmente. A atual síndica da quadra A, Nazaré França, confirmou a previsão do seu vizinho também morador da mesma quadra. “Isso aqui começou quando eles calçaram essa rua. Daí ela ficou acima do nível do condomínio, uns 40 centímetros acima. Então toda água que vem da rua, entra e alaga os prédios. As canaletas também ficaram abaixo do nível normal. Aí em tempos de chuva, elas enchem, ficam entupidas e tudo que tem lá dentro retorna do esgoto para o prédio.  O vereador (Marlus Costa) dragou toda a sujeira com a máquina (retroescavadeira). Ele tirou várias coisas de lá dentro. Tinha até placas de concreto dentro das canaletas, no tempo ainda que estavam fazendo obra (na gestão de Elias, citada acima). Eles (equipe de obras do ex-prefeito) quebraram as placas e deixaram dentro das canaletas. Com todo esse tempo, elas ficaram cheias e isso deu retorno pra dentro dos condomínios. Por isso ficamos por tanto tempo ilhados”, comentou Nazaré.

DESCASO DA ANTIGA GESTÃO E PREJUÍZOS AOS MORADORES

Com tantos impasses acerca do Residencial Praia Grande (Quadra A), vários moradores tentaram estabelecer alguma comunicação com a prefeitura comandada por Elias Gomes. Protocolos e mais protocolos foram feitos, mas infelizmente, eles não foram atendidos. Uma frustração que é percebida por quem está contando a história.

“Eu tô aqui como síndica há quase cinco anos e desde a época do outro prefeito, a gente fazia protocolo na regional 6, pedia para resolver e nada. A gente só queria, pelo menos que limpassem as canaletas. E vimos que era isso mesmo. Tanto que só nesse começo da limpeza que Marlus está fazendo, o pátio que sempre fica cheio de água, já amanhece vazio, sem água nenhuma”, relatou a síndica Nazaré que também confirmou que o vereador também realizou uma drenagem na rua Santa Lúcia, que fica atrás do condomínio, no intuito de melhorar a evasão das águas do Praia Grande.


Além desses problemas de rotina por causa dos alagamentos e os riscos à saúde que podem ser ocasionados por conta dessa água parada, os condôminos e moradores também enfrentaram a perda de seus bens por conta das chuvas, segundo Polliana Dias, síndica da quadra D.

“Os alagamentos prejudicam de uma forma geral, principalmente a questão de saúde. Quando alaga, a água da chuva se mistura com esgoto. Isso prejudica também quem é proprietário de veículos por conta dos desgastes.  Também já tivemos casos de perda total devido ao grande nível de água acumulada nos dias de chuvas mais intensos. Outra coisa também é que muita gente tem seus imóveis alugados neste período de chuvas e os inquilinos se mudam por causa desse transtorno. Os que estão desocupados não alugam de forma alguma. Além de tudo, o valor patrimonial dos imóveis cai bastante”, explicou a síndica. 

“MARLUS FAZ DA OPORTUNIDADE, O SEU TRABALHO SOCIAL”

Vereador Marlus Costa ao lado de moradora do Praia Grande e apoios da sua equipe

Após as ações efetivas do projeto “Mãos que Fazem o Bem” pelo vereador Marlus Costa, os moradores veem uma esperança de dias melhores para as famílias do Residencial Praia Grande e Enseada. “Eu posso dizer que a situação pra gente aqui, melhorou 100%. Mesmo com essas chuvas, o estacionamento enche, mas a água está descendo e secando muito rápido. A vazão tá muito grande. A gente não concentrou mais alagamento nenhum. Desde que Marlus fez esse serviço não teve mais alagamentos. Só temos que agradecer por essa limpeza das canaletas”, disse Nazaré, síndica da Quadra A.

Nazaré também fez questão de enfatizar sobre como o projeto Mãos que Fazem o Bem, idealizado pelo vereador Marlus Costa, vem beneficiando as comunidades e como ela se torna importante em cunho social. “Eu acompanho Marlus já faz muito tempo. Sempre gostei do blog dele. Agora vejo esse projeto de ajudar as comunidades como algo super interessante. É uma coisa nova aqui em Jaboatão. Para quem é de baixa renda, vê nele uma esperança. Vê aquela força e empenho de querer ajudar e colocar todo mundo pra cima, como ele fez aqui. Marlus faz da oportunidade, o seu trabalho social. É uma coisa que a gente não vê muitos políticos fazendo aqui. Então, Marlus está fazendo. Era uma coisa que eu queria muito que acontecesse, que ele entrasse aqui, por que a gente não tinha ninguém para ajudar. 

Ele já era conhecido, mas eu acredito que o pessoal acompanhando de perto essa semana de trabalho, fez todo mundo ficar empolgado. Estou uns quatro, cinco anos como síndica e já em duas administrações que tento fazer, não conseguia resolver esse problema. Era uma coisa já desacreditada. Mas graças a Deus, deu tudo certo”, explanou a síndica.